Breaking In (2018) | Crítica

Com uma premissa interessante e um trailer que empolga, Breaking In poderia ter sido um marco no gênero Terror. Mas, infelizmente, o filme deixou de lado a oportunidade e seguiu a linha Ação e Drama.

Eles tentaram fazer um filme de terror e não conseguiram? Não, eles nem tentaram e isso é o problema. Com um plot ideal para a introdução do gênero, eles preferiram criar um filme de ação meia-boca.

Com Gabrielle Union como Shaun Russell, uma mãe disposta a tudo para proteger seus filhos, Breaking in mostra a luta de uma mulher e seus dois filhos para sobreviver ao ataque de quatro criminosos procurando uma fortuna escondida.

Gabrielle Union Breaking In

Hmmmmm bandidos malvados e etc…Não. Bandidos que de tão sem graça ficam caricatos.

Um é nerd (Mark Furze), o outro não gosta de machucar ninguém (Levi Meaden), o chefe (Billy Burke) não se diverte sendo malvado e o estereótipo de bandido latino (Richard Cabral) aprovadíssimo pelo Trump é TOSCO.

Mesmo não sendo terror, os vilões teriam que dar medo. Esse é o meu maior problema com Breaking In: o espectador não consegue sentir a tensão da trama porque os vilões são fracos.

Ajiona Alexus e Gabrielle Union em Breaking In

Até as crianças perdem oportunidade de fazer algo interessante. Apesar de Jasmine Russell (Ajiona Alexus) ser a cara da Rihanna, a personagem não tem nenhum momento Bitch Better Have My Money. Na verdade nem a mãe, Shaun Russell, teve algo assim. Oportunidade perdida.

No final das contas, não é um filme ruim, mas você pode fazer coisa melhor com seu tempo.

Posted by Francisco Almeida

Redator e Consultor de conteúdo freelancer made in Ceará.

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